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Conforme mostra o segundo esquema, há três mecanismos que garantem a produção (e reposição) de ATP no interior celular, a qual é essencial para a contração da fibra:
• Respiração celular aeróbia: quebra da glicose com necessidade da presença de oxigênio.
• Fermentação láctica: quebra da glicose com produção de ácido láctico.
• Presença de “estoque” no interior celular na forma de fosfocreatina.
Em muitas ocasiões, principalmente no caso de exercícios intensos e de curta duração, que exigem explosão muscular, a circulação sanguínea não consegue prover todas as fibras musculares de oxigênio para a produção de ATP. Sendo assim, a célula muscular deverá produzir ATP por meio da fermentação láctica, com produção do ácido láctico (altamente relacionado com fadiga muscular e cãibras), ou então simplesmente obtê-la das reservas celulares, na forma de creatina-fosfato ou fosfocreatina, opção esta que maximiza o desempenho muscular de forma rápida e eficiente. Uma vez recicladas as quantidades de ATP, a fibra muscular está novamente apta a realizar novas atividades de contração.
Níveis de garantia por kg de produto
| Mananoligossacarídeos | 138.750 mg |
Creatina | 700.000 mg |
Adenosina trifosfato (ATP) | 1.250 mg |
Consulte seu médico veterinário.
Modo de usar
Fornecer adicionado à ração.
Para equinos em treinamento ou competição: 40 g animal/dia.
Polvilhar sobre a ração.
Embalagem contendo colher dosadora.
Apresentação
Pote com 500 g.
Pote com 1 kg.
Pote com 2 kg.

























































































