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Acompanhe os preços de balcão do boi gordo nas unidades do JBS, hoje dia 12/12. Lembramos  que o mercado de pecuária no Brasil é dinâmico e está sujeito a alterações no decorrer do dia.

Arroba nas praças desta sexta, 12:

Região Sul do Tocantins (TO) – 30 dias
Boi: R$ 130
Vaca: R$ 123

Nova Andradina (MS) – 30 dias
Boi: R$ 136
Vaca: R$ 127

Vilhena (RO) – 30 dias
Boi: R$ 128
Vaca: R$ 118

Barra do Garças (MT) – 30 dias
Boi: R$ 130
Vaca: R$ 122

Tucumã (PA) – 30 dias
Boi: R$ 125
Vaca: R$ 115

Diamantino (MT) – 30 dias
Boi: R$ 130
Vaca: R$ 122

Araputanga (MT) – 30 dias
Boi Castrado: R$ 130
Vaca: R$ 122

 

Fonte: Canal Rural

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Considerado como um mercado estratégico para o futuro da exportação de carne bovina, a China voltará a comprar do Brasil a partir de janeiro de 2015. Agora, a prioridade do governo federal e das entidades do setor é garantir a habilitação de mais 11 plantas, além das oito já aprovadas. No Rio Grande do Sul, o único frigorífico habilitado é o Marfrig, em Alegrete, que corre o risco de fechar. Entretanto, no novo pacote, mais um estabelecimento gaúcho deve ganhar autorização para esse destino.

De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, ainda não há data definida para aprovação das novas plantas, mas os chineses se comprometeram em acelerar o processo. “Essa é a prioridade do momento. E, na missão do ministro da agricultura, a China garantiu que vai dar celeridade às habilitações”, afirma. Segundo Sampaio, os asiáticos sustentarão as compras de carne bovina na próxima década. “A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) estima que a Ásia vá ser responsável por mais de 60% do aumento do consumo de carne no mundo nos próximos dez anos”, ressalta.

Quando iniciou o embargo, em 2012, após um caso de encefalopatia espongiforme, conhecido como mal da vaca louca, registrado no Paraná, a China importava 17 mil toneladas da proteína brasileira, totalizando US$ 37,7 milhões. A projeção do ministro da agricultura, Neri Geller, é de que, em 2015, o faturamento brasileiro nesse mercado gire entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões. Em julho deste ano, após o anúncio da suspensão da barreira, a projeção do governo federal indicava a possibilidade de um montante de US$ 1,2 bilhão.

Para a Abiec, a concorrência da Austrália, que assinou, ontem, um acordo de livre comércio com a China garantindo acesso preferencial à sua carne, não deve atrapalhar o Brasil, pois a demanda crescerá acima da oferta. Além disso, o mercado da Arábia Saudita, que estava fechado desde 2012 pelos mesmos motivos que o chinês, também será retomado a partir de janeiro. De acordo com Sampaio, há condições de voltar a exportar para os sauditas no mesmo patamar de três anos atrás: 36 mil toneladas anuais, com faturamento de US$ 170 milhões.

Fonte: Jornal do Comércio

tecnokit-face-agroline

A maioria dos pecuaristas já conhecem as vantagens de trabalhar com o IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo), tendo como principal beneficio o aumento da produtividade, ocasionando o melhoramento genético dos bezerros proveniente da pratica.

A Tecnopec já trabalha com a linha completa de produtos para inseminação em bovinos, sendo a primeira empresa a atuar no segmento, e obtendo ótimos resultados na pratica de IATF. Pensando nos pequenos e médios pecuaristas a Tecnopec em parceria da Agroline, montaram dois kits especiais de 40 e 120 protocolos, o que facilita o manejo e a compra dos produtos.

O TecnoKit, como é chamado o protocolo, vem ao mercado como uma facilidade a mais para o produtor rural, pois os produtos são enviados em embalagens personalizadas com manual de aplicação, o que aumenta a chance de acerto na pratica e consequentemente os resultados de prenhez.

Foram elaborados dois Kits completos para 40 animais e 120 animais, aproveite a facilidade e compre sem sair de casa, enviamos para todo Brasil através dos Correios.

Caso tenha alguma dúvida sobre o kit não deixa de falar conosco através do telefone (67) 3321-6800 ou o e-mail contato@agroline.com.br.

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A cura de umbigo de bezerras recém-nascidas é de extrema importância e pode impactar no desenvolvimento do animal. Essa visa secar o coto umbilical de forma a não atrair moscas e a fechar a porta de entrada a microrganismos ao corpo inteiro. Por isso, deve ser prioridade! A cura de umbigo refletirá na saúde e produção da bezerra pelo resto da vida dela!

Para o umbigo secar naturalmente, pode levar de 7-10 dias. Em sistemas de produção de leite, concentrasse muitos animais em uma só área, o que aumenta o desafio de acúmulo de matéria orgânica e de microrganismos patogênicos. Por isso, ajudar secando os umbigos das bezerras o quanto antes, evita que uma infecção ocorra.

A utilização de iodo 10% é recomendável para a cura de umbigo, associado a isso um local com boa higiene e o monitoramento da eficiência da cura de umbigo são aconselháveis. A intenção é que o iodo resseque o umbigo dos bezerros, fechando a porta de entrada a microrganismos e acabando com o estímulo para moscas pousarem e depositarem ovos.

A cura do umbigo deve ser realizada imediatamente após o nascimento e repetida pelo menos nos 3 primeiros dias de vida das bezerras, 2 vezes ao dia, sendo o ideal realiza-la até que o umbigo fique seco. Quanto ao pote para colocar o iodo, frascos que são normalmente utilizamos para pré e pós dipping de tetos na ordenha tem boca larga, boa profundidade e há aqueles sem retorno (foto 1), ideais para evitar que o iodo já utilizado contamine o restante do iodo, prejudicando sua ação, pois o iodo perde sua ação quando em contato com matéria orgânica/sujeira.

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Como saber se a cura de umbigo está sendo eficiente?

Para isso, confere-se o umbigo das bezerras quando elas tem 2 dias e repete a conferência quando elas tem por volta de 2 semanas de vida. Para fazer esta conferência deve-se deitar as bezerras de lado e palpar o umbigo, como nas fotos abaixo:

 

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No 2º dia de vida, espera-se que um umbigo bem curado tenha o diâmetro de um dedo polegar e na 2º semana um diâmetro semelhante ao da carga de uma caneta esferográfica comum.

A cura de umbigo é fácil de ser realizada e monitorada e gera muitos benefícios para o desenvolvimento de bezerras saudáveis. Por isso, não deixe de fazê-la!

Vermisal-Champion-Agroline

Vermisal é um concentrado de microminerais e antianêmico com efeito de vermífugo pra bovinos e ovinos. Com manejo mais prático que o habitual, não é necessário levar o gado até o curral, evitando estresse ao animal. É indicado contra os seguintes vermes gastrointestinais: Haemonchus ssp, Trichostrongylus spp, Bunostomum spp, Cooperia spp, Strongyloides spp, Oesophagostomum spp.

Para utilizar o Vermisal basta misturar o produto no sal branco na dosagem de 1,11 kg (01 pote) em 4 sacos de 25 kg.

Composição: 

1Kg de Ver Mi Sal contém:

Sulfato de ferro 810g
Sulfato de cobre 80g
Sulfato de cobalto 40g
Sulfato de manganês 40g
Iodato de potássio 30g

 

Veja abaixo o vídeo de como misturar o Vermisal no sal branco.

Para tratar 10 animais por ano, basta misturar 1 pote (1,110 kg) de VER-MI-SAL em 100 Kg de sal branco (cloreto de sódio), e fornecer aos animais ao lado de uma fonte de macrominerais (fósforo, cálcio, etc).

Na Agroline você encontra o melhor preço do Vermisal com envio para todo Brasil, aproveite nossas condições. Conheça também a linha completa de produtos da Champion.

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No final da última semana, mesmo em dias em que tipicamente o mercado trabalha mais calmo, foram registradas valorizações em vinte, das trinta e uma praças pesquisadas pela Scot Consultoria. Em São Paulo a referência subiu para R$142,00/@, à vista, mas os negócios ocorrem acima deste valor.

A pressão altista continua para a arroba do boi gordo em todo o país. As escalas curtas, consequência da dificuldade na compra de animais terminados, geram as altas. Boa parte dos animais provenientes deste ciclo de confinamento já compuseram as escalas e os bois engordados em pasto estão escassos, cenário agravado pela falta de chuvas e atraso na recuperação das pastagens.

Segundo a consultoria, as vendas de carne com osso melhoraram nos últimos dias, mas ainda estão razoáveis. A alta da arroba e a diminuição dos estoques são os principais fatores de sustentação dos preços.

O boi casado de animais castrados acumula alta de 17,0% em um mês e está cotado em R$8,93/kg.

Preço da carcaça casada bovina é recorde

O preço da carcaça casada bovina (com osso) comercializada no atacado da Grande São Paulo atingiu média de R$ 9,07/kg na última sexta, dia 7, o maior valor real da série do Cepea, iniciada em 2001 para o produto – os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de setembro/14.

Até então, o maior valor havia sido verificado em 10 de novembro de 2010, de R$ 8,99/kg (deflacionado).

Segundo pesquisadores do Cepea, as altas de preços estão atreladas à menor oferta de animais para abate e, consequentemente, da carne. O bom desempenho das exportações também tem contribuído para as valorizações. Em outubro, foram embarcadas 113,4 mil toneladas de carne bovina in natura, aumento de 25,4% em relação a setembro. Em relação à receita, o montante de outubro, de US$ 565,7 milhões, superou em 28% o do mês anterior, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Fonte: Rural BR

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As moscas-dos-chifres são pequenos parasitas que medem até 4 mm e tanto o macho quanto a fêmea afetam os animais. Hospedam-se principalmente em bovinos e bubalinos com preferência por animais de raça europeia e seus cruzamentos, machos e de pelagem escura. Podem parasitar também os equinos, ovinos e até o homem dependendo do nível de infestação das propriedades.

Essas moscas podem ser encontradas ao longo do dorso, laterais, abdômen e membros do seu hospedeiro aos milhares, pois essas regiões ficam fora do alcance do movimento da cabeça e cauda dos animais, que são meios utilizados na tentativa de se livrar dos parasitas.

Suas picadas são dolorosas, e ainda se alimentam de 20 a 30 vezes por dia. Grandes quantidades deste parasita causam intensa irritação e desconforto aos animais, podendo provocar feridas devido a sua nutrição, atraindo assim outras moscas como as causadoras de miíases. Há também o potencial de transmissão de outras doenças.

A infestação dessa mosca gera grande estresse aos animais, que na tentativa de se livrar dos parasitas se debatem, gastando energia, reduzindo assim o tempo de pastejo, consequentemente diminuindo a produção. Há relatos de queda na produção de leite e de carne. Além disso, um dado de grande importância é a redução na porcentagem de prenhez. Bianchin, 2002, relata que animais devidamente tratados tiveram uma taxa de prenhez 15% maior que animais não tratados.

Outro prejuízo causado por esta mosca, é a redução da qualidade do couro dos animais que sofreram altas infestações, pois o grande número de picadas acarreta uma reação na pele do animal que gera espessamento desta, com isso o couro se torna de menor qualidade.

Reforçando que este parasita causa grandes perdas econômicas, Grisi, 2014, relata que os prejuízos anuais são de U$$ 2,56 bilhões/ ano.

Este ectoparasita possui ampla distribuição geográfica, foi identificado no Brasil primeiramente em Roraima, entre 1976 e 1977, ficou confinada no Norte do país por volta de 10 anos, devido a barreira natural formada pela Floresta Amazônica. Foi distribuída posteriormente através do transporte de gado realizado sem critério sanitário, a partir disto se dispersou com facilidade. Atualmente encontra-se distribuída por todo o país pois o clima é bastante favorável para seu desenvolvimento e reprodução.

Para um tratamento eficaz, instituições de pesquisa e laboratórios veterinários desenvolveram formulações fosforadas de liberação lenta em brincos impregnados, o que hoje possui os melhores resultados no combate de moscas.

Porém, o tratamento de forma errônea por subdosificação devido a permanência do brinco por mais tempo, pode levar a seleção de parasitos resistentes. Outro fator que pode alterar os resultados é a forma como o brinco é aplicado, pois a perda deste devido à má colocação resulta em tratamento não realizado.

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A solução Ourofino para infestações por moscas dos chifres é o uso dos brincos repelente mosquicida Na Mosca­, que possui como princípio o Diazinon a uma concentração de 40%. O tratamento apresenta bons resultados e garantia de proteção por um período prolongado, quatro meses, em consequência da liberação lenta do princípio ativo.

O Brinco mosquicida da Ourofino pode ser adquiro na Agroline e é enviado para todo Brasil.

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A segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa 2014,  conduzida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Defesa Animal (SDA) e das Superintendências Federais de Agricultura (SFA), em conjunto com os serviços veterinários estaduais, teve início, em grande parte dos Estados brasileiros, neste último sábado, dia 1º de novembro. A primeira etapa da campanha ocorreu  no primeiro semestre deste ano.

A meta é vacinar cerca de 150 milhões de bovinos e bubalinos. Segundo o Mapa, em 14 Estados – Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí e São Paulo – a vacinação deve ser feita em todo o rebanho de bovinos e bubalinos. Em Roraima, a campanha está sendo finalizada e em Rondônia teve início na metade do mês de outubro.

Nos Estados da Bahia, de Goiás, de Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, de Tocantins, de Sergipe e no Distrito Federal, a vacinação deve ser feita nos animais com idade abaixo de 24 meses. Já no Amapá, a primeira imunização anual de todo o rebanho ocorre até o fim deste mês. Santa Catarina não está inserida no calendário por ser a única unidade federativa reconhecida como zona livre de febre aftosa sem vacinação.

Durante a primeira etapa da campanha, 97,55% do rebanho brasileiro foi imunizado. Até o final de 2013, a população total de bovinos e bubalinos era de 212,4 milhões de cabeças.

Após a vacinação dos animais, o produtor deve apresentar a relação dos animais vacinados e a nota fiscal da vacina nos escritórios do serviço veterinário oficial, para comprovar a vacinação do rebanho.  Os serviços veterinário estaduais têm o prazo de 30 dias para encaminhar ao Ministério da Agricultura o relatório das atividades da campanha contra a doença.

A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. A enfermidade é transmitida principalmente pelo contato entre animais doentes e sadios. O vírus também pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas (mãos, roupas e calçados) que entraram em contato com os animais doentes.

– É importante que cada pecuarista, produtor rural, conheça bem seu calendário no Estado. Além de vacinar, é preciso vacinar bem, conservando sempre as vacinas dentro de uma caixa com gelo, com temperatura de 2°C a 8°C; a agulha deve estar sempre esterilizada e é preciso notificar a vacinação ao serviço veterinário oficial – alerta o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques.

O preço da vacina varia de acordo com o Estado. No Rio Grande do Sul, o valor médio é de R$ 1,65, já em São Paulo, chega a R$ 1,90. No Estado gaúcho, produtores que atenderem aos critérios do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf) ou do Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (PECFAM) podem retirar doses de graça. Nesta fase, o governo estadual investiu R$ 3 milhões na aquisição de 1,7 milhão de doses de vacina, que somadas a outras 700 mil em estoque nas inspetorias, serão distribuídas.

A multa para quem não vacinar pode passar de R$ 100,00 por cabeça. Para o pecuarista que não notificar a imunização ao serviço oficial do Estado, a multa fica por R$ 60,42 por cabeça.

Veja o calendário de vacinação contra aftosa para sua região, clique aqui.

Fonte: Rural BR

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O Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária deve crescer 5,9% em 2014, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Se confirmada a estimativa, o faturamento obtido com a venda dos 25 principais produtos da agricultura e da pecuária deve somar R$ 450,2 bilhões neste ano, ante R$ 424,953 bilhões em 2013.

Parte da alta esperada para o ano é resultado do crescimento de 3,6% da produção na safra 2013/2014, cuja colheita de grãos e fibras somou 195,46 milhões de toneladas. Este desempenho deve garantir o crescimento de 5,6% no VBP do setor agrícola em 2014, totalizando R$ 287,8 bilhões. O faturamento da soja apresentou elevação de 6,4% em relação ao ano anterior.

Outro destaque é o algodão, cujo VBP deve crescer 37% em 2014, impulsionado pelo aumento de 25,4% na área plantada. Estimulados pela recuperação do preço da fibra ao longo de 2013, devido à redução na oferta e ao aumento dos preços externos, os produtores investiram no cultivo do algodão.

O VBP da produção pecuária deve atingir, em 2014, R$ 162,4 bilhões, o que representa aumento de 6,6% em relação a 2013, quando o valor foi de R$ 152,3 bilhões. Além da carne bovina, cujo VBP deve crescer 11,8% no ano, destaque também para o leite. O faturamento deste segmento deve crescer 6,2% no ano. Para a avicultura, o valor bruto deve recuar 3,3%.

Fonte: CNA

Foto: Canal Rural

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A criação de animais de reposição é um ponto crítico para a produtividade de uma fazenda leiteira, já que estes animais representam o futuro do rebanho. Um dos fatores que pode contribuir para o sucesso do desenvolvimento e do crescimento das novilhas é a manutenção da saúde, sendo a mastite uma das doenças que podem afetar a capacidade produtiva destes animais.

A mastite é tradicionalmente considerada uma condição que afeta a glândula mamária em lactação ou involuída de vacas multíparas, por isso tem sido dada pouca atenção a ocorrência de mastite subclínica e clínica em animais de reposição. A presença de infecções intramamárias em novilhas tem efeito negativo sobre a produção de leite futura, já que grande parte do desenvolvimento da glândula mamária ocorre durante a primeira gestação e, consequentemente, este desenvolvimento pode ser comprometido pela presença de mastite.

O principal agente causador de mastite em novilhas é o Staphylococcus coagulase negativo (SCN). Este microrganismo pode ser encontrado normalmente na pele do teto, sendo agente de baixa patogenicidade, que causa menor dano ao tecido mamário. As infecções se manifestam na forma subclínica, resultando em aumento da contagem de células somáticas (CCS). Estas características não diminuem a importância desse agente, pois este leva à perda significativa na produção de leite futura.

Em rebanhos onde há bom controle de mastite em animais adultos, as novilhas podem apresentar infecções intramamária por Staphylococcus aureus e serem fonte de infecção para os outros animais. E, em rebanhos onde a higiene do ambiente não é muito favorável, as mastites causadas por patógenos ambientais podem estar presentes.

Uma estratégia que pode ser utilizada para o controle e prevenção da mastite em novilhas são os tratamentos antes do parto. O tratamento de novilhas pré-parto com antibiótico intramamário visa diminuir o nível de infecção na glândula mamaria após o parto. Dois protocolos podem ser utilizados:

- Infusão intramamária 60 dias antes do parto: deve-se realizar a infusão intramamária de todos os quartos com antibiótico para vaca seca (uma bisnaga por teto). Este protocolo age antes mesmo do patógeno determinar lesão significativa no tecido mamário e há baixo risco de resíduo de antibiótico no leite após o parto. A desvantagem deste, é que a infusão será em uma glândula com um esfíncter ainda intacto, podendo lesioná-lo.

- Infusão intramamária 7 a 14 dias antes do parto: realizar infusão intramamária com antibiótico para vaca em lactação, em todos os quartos mamários, 7 a 14 dias antes do parto (uma bisnaga por teto). A persistência de resíduo de antibiótico pode ocorrer nos três primeiros dias de lactação.
Para ambos os tratamentos deve-se realizar a desinfecção dos tetos com algodão embebido em álcool 70% antes da infusão do antibiótico intramamário e optar pelo uso de bisnagas com cânula curta (figura 1), evitando, assim, maiores lesões nos tetos e inserção mais profunda de patógenos na glândula mamária. Adequadas contenção do animal e higiene do procedimento são fundamentais para correta execução do procedimento, evitando-se levar infecção para o interior da glândula mamária das novilhas.

Figura 1: Infusão intramamária de antibiótico em novilhas

Tratamento-mastite

 

Espera-se uma vantagem econômica no uso destes tratamentos em rebanhos que apresentam alta taxa de infecção intramamária em novilhas e elevada contagem de células somáticas em primíparas.

Para casos crônicos de mastite em animais adultos, recomendamos o tratamento com produtos terapêuticos mais concentrados.

Em nosso site você encontra todos os produtos para fazer o tratamento adequado em seu rebanho. Enviamos para todo Brasil.

Fonte: Rehagro

Foto: Revista Globo Rural

Sobre o blog

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