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O Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária deve crescer 5,9% em 2014, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Se confirmada a estimativa, o faturamento obtido com a venda dos 25 principais produtos da agricultura e da pecuária deve somar R$ 450,2 bilhões neste ano, ante R$ 424,953 bilhões em 2013.

Parte da alta esperada para o ano é resultado do crescimento de 3,6% da produção na safra 2013/2014, cuja colheita de grãos e fibras somou 195,46 milhões de toneladas. Este desempenho deve garantir o crescimento de 5,6% no VBP do setor agrícola em 2014, totalizando R$ 287,8 bilhões. O faturamento da soja apresentou elevação de 6,4% em relação ao ano anterior.

Outro destaque é o algodão, cujo VBP deve crescer 37% em 2014, impulsionado pelo aumento de 25,4% na área plantada. Estimulados pela recuperação do preço da fibra ao longo de 2013, devido à redução na oferta e ao aumento dos preços externos, os produtores investiram no cultivo do algodão.

O VBP da produção pecuária deve atingir, em 2014, R$ 162,4 bilhões, o que representa aumento de 6,6% em relação a 2013, quando o valor foi de R$ 152,3 bilhões. Além da carne bovina, cujo VBP deve crescer 11,8% no ano, destaque também para o leite. O faturamento deste segmento deve crescer 6,2% no ano. Para a avicultura, o valor bruto deve recuar 3,3%.

Fonte: CNA

Foto: Canal Rural

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A criação de animais de reposição é um ponto crítico para a produtividade de uma fazenda leiteira, já que estes animais representam o futuro do rebanho. Um dos fatores que pode contribuir para o sucesso do desenvolvimento e do crescimento das novilhas é a manutenção da saúde, sendo a mastite uma das doenças que podem afetar a capacidade produtiva destes animais.

A mastite é tradicionalmente considerada uma condição que afeta a glândula mamária em lactação ou involuída de vacas multíparas, por isso tem sido dada pouca atenção a ocorrência de mastite subclínica e clínica em animais de reposição. A presença de infecções intramamárias em novilhas tem efeito negativo sobre a produção de leite futura, já que grande parte do desenvolvimento da glândula mamária ocorre durante a primeira gestação e, consequentemente, este desenvolvimento pode ser comprometido pela presença de mastite.

O principal agente causador de mastite em novilhas é o Staphylococcus coagulase negativo (SCN). Este microrganismo pode ser encontrado normalmente na pele do teto, sendo agente de baixa patogenicidade, que causa menor dano ao tecido mamário. As infecções se manifestam na forma subclínica, resultando em aumento da contagem de células somáticas (CCS). Estas características não diminuem a importância desse agente, pois este leva à perda significativa na produção de leite futura.

Em rebanhos onde há bom controle de mastite em animais adultos, as novilhas podem apresentar infecções intramamária por Staphylococcus aureus e serem fonte de infecção para os outros animais. E, em rebanhos onde a higiene do ambiente não é muito favorável, as mastites causadas por patógenos ambientais podem estar presentes.

Uma estratégia que pode ser utilizada para o controle e prevenção da mastite em novilhas são os tratamentos antes do parto. O tratamento de novilhas pré-parto com antibiótico intramamário visa diminuir o nível de infecção na glândula mamaria após o parto. Dois protocolos podem ser utilizados:

- Infusão intramamária 60 dias antes do parto: deve-se realizar a infusão intramamária de todos os quartos com antibiótico para vaca seca (uma bisnaga por teto). Este protocolo age antes mesmo do patógeno determinar lesão significativa no tecido mamário e há baixo risco de resíduo de antibiótico no leite após o parto. A desvantagem deste, é que a infusão será em uma glândula com um esfíncter ainda intacto, podendo lesioná-lo.

- Infusão intramamária 7 a 14 dias antes do parto: realizar infusão intramamária com antibiótico para vaca em lactação, em todos os quartos mamários, 7 a 14 dias antes do parto (uma bisnaga por teto). A persistência de resíduo de antibiótico pode ocorrer nos três primeiros dias de lactação.
Para ambos os tratamentos deve-se realizar a desinfecção dos tetos com algodão embebido em álcool 70% antes da infusão do antibiótico intramamário e optar pelo uso de bisnagas com cânula curta (figura 1), evitando, assim, maiores lesões nos tetos e inserção mais profunda de patógenos na glândula mamária. Adequadas contenção do animal e higiene do procedimento são fundamentais para correta execução do procedimento, evitando-se levar infecção para o interior da glândula mamária das novilhas.

Figura 1: Infusão intramamária de antibiótico em novilhas

Tratamento-mastite

 

Espera-se uma vantagem econômica no uso destes tratamentos em rebanhos que apresentam alta taxa de infecção intramamária em novilhas e elevada contagem de células somáticas em primíparas.

Para casos crônicos de mastite em animais adultos, recomendamos o tratamento com produtos terapêuticos mais concentrados.

Em nosso site você encontra todos os produtos para fazer o tratamento adequado em seu rebanho. Enviamos para todo Brasil.

Fonte: Rehagro

Foto: Revista Globo Rural

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Impulsionadas pelo café, couros e peles, as exportações dos dez produtos do agronegócio mais comercializados pelo Brasil responderam por 33,1% do total vendido pelo país no exterior no acumulado do ano até setembro. As vendas externas destes dez produtos agropecuários renderam US$ 57,41 bilhões no período, enquanto os embarques totais somaram US$ 173,64 bilhões, segundo números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e analisados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Os dados mostram que o desempenho da agropecuária ajudou a minimizar o déficit de US$ 690 milhões da balança comercial brasileira. Outro fator que contribuiu para este cenário, segundo a CNA, foi a boa relação comercial com a China, com quem o Brasil apresentou o resultado superavitário de US$ 6,6 bilhões em relação ao comércio total.   Destaque, também, para o resultado positivo no comércio com a União Europeia, os países da América Latina (exceto o Mercosul) e do Caribe e a Europa Oriental.

O faturamento obtido com as vendas dos dois grupos – couros e peles e café em grão – foi o que mais cresceu em 2014 na comparação com o ano passado. As vendas externas do primeiro grupo alcançaram US$ 2,23 bilhões, um crescimento de 24,1% até setembro. Já as vendas do café em grão somaram US$ 4,2 bilhões, uma elevação de 23%. Ambos apresentaram resultados positivos não só no período, mas também quando comparados a setembro de 2013: altas de 10,9% para couros e peles e de 48,1% para o café.

Liderado pela soja em grão, que representa 13,1% das exportações totais do país, o ranking dos produtos mais vendidos não sofreu alterações em relação a setembro. Os demais produtos agropecuários que lideram a lista são farelo de soja, açúcar em bruto, carne de frango, carne bovina, café em grão, celulose, couros e peles, milho em grão e fumo em folhas.

A madeira serrada, apesar de representar uma fatia menos expressiva das exportações totais brasileiras, também apresentou bom desempenho, alcançando US$ 302 milhões em faturamento, um aumento de 19,6% em relação ao mesmo período de 2013, de acordo com a CNA.

Fonte: CNA

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Nesta semana, o Giro do Boi tratou de um tema de extrema relevância para a pecuária: a reprodução. Especialistas deram dicas sobre como melhor preparar as matrizes para esse período, seja por inseminação artificial ou por monta natural. O médico veterinário Rodrigo Martins, especializado em reprodução animal, garante que para um resultado positivo, as matrizes devem apresentar um escore de condição corporal adequado (ECC) e unidade de pós-parto adequada. Para isso, a nutrição, bem-estar animal e a questão sanitária são essenciais.

– A maioria dos problemas com as matrizes que não manifestam boas taxas de prenhez está diretamente relacionada à alimentação. Os pontos de vista nutricionais e sanitários são de suma importância para a gestação de um bezerro de qualidade –afirma Martins.

Além disso, o especialista realça que as vacinações obrigatórias e estratégicas são essenciais para o rebanho, uma vez que as doenças reprodutivas afetam toda a cadeia.

Na Agroline você encontra uma linha completa de inseminação artificial para bovinos, enviamos para todo Brasil. Não deixe passar essa estação de monta, aproveite a oportunidade. Caso tenha alguma dúvida entre em contato pelo telefone (67) 3321-8988 ou e-mail contato@agroline.com.br.

Fonte: Rural BR

Foto: Canal Rural

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Eliminar carrapatos dos rebanhos sempre foi um grande problema para os pecuaristas e ocorre em várias fazendas do Brasil. São várias as tentativas sem sucesso, e também são muitos os métodos utilizados o que deixa o produtor na dúvida ao escolher o melhor procedimento. Sabemos que os carrapatos causam grande prejuízo para o produtor rural, o gado perde peso, causa doenças e afeta diretamente a produção do leite ou seja, prejuízo na hora de fechar a conta.

Em conjunto com a Biovet, elaboramos algumas dicas para eliminar carrapatos de bovinos de uma maneira simples e eficaz, apenas utilizando os produtos corretos, confira:

1. Escolha dos produtos e do tratamento. O carrapato tem uma reprodução muito rápida, ciclo de apenas 21 dias, por isso a dificuldade em controlar essa praga, o tratamento deve ser feito inicialmente em intervalos de 20 dias. Para ter sucesso no tratamento vamos usar dois produtos o Máximo Pour On e o Máximo Pulverização.

2. Manejo correto. Na primeira aplicação recomendamos usar o Máximo Pulverização, que tem ação imediata. A aplicação é feita através pulverização ou banho de imersão, com sua formula eficiente, todos os carrapatos do animal serão mortos após o uso do produto. Atenção com as dosagens, deve ser respeitado 1 ml para 1 litro de água;

3. Eliminando o ciclo. Já na segunda e terceira aplicação, devem ser feitas subsequentes após 20 dias da aplicação anterior. Dessa vez utilizamos o Máximo Pour On, que tem o manejo mais fácil e ação constante. A aplicação é feita direta no dorso do animal. Uma estratégia de 43 dias da primeira até a terceira aplicação. Após o período, a carga parasitária do animal e da propriedade terão diminuído significativamente e então interrompe-se o tratamento.

O controle estratégico é uma técnica que alia conhecimento sobre o ciclo de vida do parasita e o emprego correto de antiparasitários para controle da população de carrapatos.

Recapitulando:

1º dia – Primeira aplicação, utilizando o Máximo Pulverização

22º dia – Segunda aplicação, utilizando o Máximo Pour On

43º dia – Terceira aplicação, utilizando o Máximo Pour On

 Menos Carência

Graças à sua formulação, o Máximo da Biovet apresenta período de carência reduzido. Os teste realizados comprovam que, após a última aplicação, são necessárias 24 horas para o aproveitamento do leite e 6 dias para destinar os animais ao abate.

Além dos carrapatos, o Máximo também age contra Bernes e Moscas-do-chifre.

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Os preços do bezerro atingiram nesta semana novos recordes. O cenário é de oferta restrita de animais em todas as categorias de reposição. Em Mato Grosso do Sul, o bezerro do tipo nelore, de 8 a 12 meses, foi negociado na quinta, dia 11, a R$ 1.083,49, a cabeça à vista, um novo recorde. Foi o maior patamar nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2000.

No gráfico abaixo é possível acompanhar a evolução dos preços do bezerro nos últimos 12 meses, de setembro de 2013 até agora.

grafico-arroba-bezerro

No ano passado, no mesmo período a média da referencia do bezerro era de R$ 800,00, agora o preço já bate a casa dos R$ 1.100,00. Desde o início de setembro, o preço saltou de R$ 1.038,00 para pouco mais de R$ 1.083,00, uma valorização média de R$ 45 em apenas 11 dias.

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Para o analista de mercado Elio Micheloni Jr., o preço do bezerro pode ter encontrado um novo piso de preço para as negociações.

Já para o pecuarista Francisco Camacho, que tem confinamentos na Bahia e em Mato Grosso, essa alta da reposição faz parte do ciclo pecuário. Camacho ressalta que o aperfeiçoamento da genética do gado industrial e a precocidade do abate têm reduzido e até acabado com algumas categorias de reposição.

Quanto ao boi gordo, o recorde do indicador Esalq/BMF, base São Paulo, foi batido no dia 3 de setembro deste mês, com arroba negociada a R$ 129,16. Foi o maior valor do boi desde o início da realização do levantamento pelo Cepea, em 1997.

Fonte: Canal Rural

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Os nutrientes mais importantes para os equinos, em ordem crescente, são: água, energia, proteínas, cálcio, fósforo, vitaminas e sal. Sendo assim, para uma alimentação de cavalos equilibrada, é preciso que esses nutrientes sejam  fornecidos adequadamente.

A água é um dos nutrientes mais importantes e seu consumo é imprescindível para reparar as perdas de líquido do organismo que ocorrem sob a forma de urina, fezes, salivação, respiração e sudação, além das perdas durante a gestação.

cavalo consome entre 30 e 40 litros de água por dia. O fornecimento de água de boa qualidade é essencial para a sua saúde. Os equinos consomem mais água no verão, após exercícios pesados, ou mesmo quando comem fenos de leguminosas ou determinados concentrados.

Depois da água, sem dúvida, os nutrientes mais importantes são os carboidratos, as gorduras e as proteínas, os grandes responsáveis pela produção de energia.

pecuarista deve saber que, como consequência de seu temperamento inquieto, o cavalo gasta uma quantidade maior de energia que o bovino. As necessidades para o trabalho muscular são variáveis, pois envolve aspectos diversos, desde um trabalho intenso e de curta duração (como o hipismo clássico e rural) até uma competição (como um concurso de marcha ou um enduro).

O período de lactação provoca um estresse maior sobre a égua, se comparado aos demais períodos da gestação. Sendo assim, o suprimento adequado de energia durante a lactação é muito importante, pois, além de estar relacionado com o desenvolvimento do potro, a égua pode emagrecer muito se as necessidades para a produção de leite não forem supridas.

As  proteínas são consideradas de alta qualidade quando possuem grande número de aminoácidos essenciais. Caso contrário, são consideradas de baixa qualidade. Dessa forma, as proteínas contidas nos farelos de soja, carne e peixe são consideradas de alta qualidade. No entanto, as contidas no farelo de algodão são de baixa qualidade.

O criador deve saber que a qualidade da proteína não é importante para o animal adulto, pois as bactérias de seu trato intestinal produzem todos os aminoácidos essenciais em quantidades suficientes, já que suas exigências em proteínas são menores que nos animais em crescimento.

Quando os cavalos recebem um teor inadequado de proteína, todo o processo vital fica prejudicado.  Caso haja uma ingestão de proteína acima do necessário, esta será transformada em energia e utilizada de imediato ou armazenada em forma de gordura, para posterior utilização como energia.

Sempre é bom reforçar que a falta de nutrientes natural requer cuidados, por isso a importância da suplementação dos equinos, na Agroline você encontra uma linha completa de suplementos para equinos, enviamos para todo Brasil.

Fonte: Portal Agropecuário

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Para facilitar o processo de divulgação e capacitação de produtores e funcionários, a Embrapa Gado de Corte disponibiliza a partir deste mês o Manual Digital de Boas Práticas Agropecuárias. O conteúdo foi adaptado para o cenário virtual, prevalecendo as temáticas trabalhadas pelo Programa: gestão da propriedade, função social do imóvel, gestão dos recursos humanos, gestão ambiental, instalações, manejo pré-abate, bem-estar animal, pastagens, suplementação alimentar, identificação animal, controle sanitário e manejo reprodutivo.

– Em formato assincrônico, no qual o usuário não precisa estar conectado, simultaneamente, e sem a necessidade de um tutor, o Manual será em módulos para facilitar o entendimento. Os temas poderão ser acessados individualmente, facilitando a busca pelas informações. Haverá ainda um “avatar” para estimular o contato com legendas e áudio – conta Luiz Antonio Dias Leal, analista de comunicação da Embrapa, responsável pela atividade.

Além disso, o grupo disponibilizará o material em CD-ROM para as fazendas cadastradas e com dificuldades em acesso à rede. O coordenador geral do BPA e pesquisador da Embrapa, Ezequiel Rodrigues do Valle, acredita e confia na nova ferramenta e sua importância para a cadeia produtiva. Ela está disponível gratuitamente na página eletrônica do Programa.

Os conceitos BPA também deram suporte à elaboração da Série Qualidade e Segurança Alimentar/Carne Bovina do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Valle participou como consultor técnico na construção de cartilhas como Boas Práticas Agropecuárias para produtores de carne bovina, Boas Práticas Agropecuárias para a indústria de carne bovina, Guia do Consumidor PAS-Carne Bovina (campo), entre outras.

O Programa BPA é um conjunto de normas e procedimentos que devem ser observados pelos produtores com a finalidade de tornar as propriedades mais rentáveis e competitivas. Começou em 2005, com o treinamento de técnicos agropecuários do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul (Senar/MS).

A partir de 2007, tornou-se nacional envolvendo as principais regiões de pecuária de corte do país e as Unidades da Embrapa transformaram-se em polos de difusão. Em 2011, recebeu o reconhecimento oficial do MAPA, Ministério do Meio Ambiente e Ministério do Trabalho e Emprego, instituindo o Programa Nacional de Fomento às Boas Práticas Agropecuárias, com extensão da proposta às cadeias de frango, suíno e gado de leite.

Adequar-se ao Programa requer investimento e os bovinocultores podem contar com recursos para tal. O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou uma linha de crédito, denominada Inovagro, com financiamento a juros baixos e excelentes prazos de pagamento. Em Mato Grosso do Sul há agentes financeiros do BNDES com essa linha e que estão analisando as propostas.

Mais informações no site: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/bpa/

Fonte: Rural BR

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O mercado está cada vez mais exigente com a questão da segurança alimentar relacionada aos resíduos de medicamentos em produtos de origem animal. Aqui também Cydectin é o grande aliado: eficaz no controle dos principais endo e ectoparasitos, com carência para o abate de apenas 28 dias.

Terminação: hora de você colher com lucro tudo que investiu no seu animal. 

E nessa hora os parasitos podem comprometer o desenvolvimento da pecuária moderna – intensificar a produtividade e buscar a precocidade – tal impacto pode ser ainda maior. Para combatê-los, o produtor pode conta com a ação mais eficaz do Cydectin, o único endectocida para bovinos formulado com moxidectina 1%, uma molécula exclusiva e mais potente, mesmo contra cepas resistentes à ivermectina 1%. Abaixo vamos mostrar por Cydectin é o melhor endectocida na fase de terminação.

Absorção mais rápida e menor carência para o abate.

Por ter estrutura química diferente da ivermectina, o principio ativo de Cydectin atinge concentração plasmática máxima em apenas 19 horas, ou seja, começa a matar a maioria dos parasitos já no primeiro dia. Enquanto isso, os endectocidas de ivermectina demoram 4 dias para atingir a eficácia máxima.

Tempo para atingir nível de concentração máxima no plasma Moxidectina x Ivermectina.

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  Período de carência para o abate e consumo de carne registrado em bula.

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Maior tempo de ação.

Com 100 vezes mais afinidade à gordura que a ivermectina, a molécula de Cydectin concentra-se no tecido adiposo sendo liberada para a corrente sanguínea e tecidos-alvo. A lenta liberação garante concentração plasmática e persistência da ação parasiticida.

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Moxidectina: Uma molécula exclusiva e mais potente. 

O princípio do Cydectin é a moxidectina, uma milbemicina que pertence à segunda geração das lactonas macrocíclicas, diferente da ivermectina. Uma molécula nova, exclusiva e mais potente.

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Cydectin: Mais eficaz no controle dos parasitos. 

Diversos estudos realizados no Brasil e no exterior comprovam que a molécula moxidectina 1%, componente do Cydectin, é mais eficaz no controle de endo e ectoparasitos, especialmente quando comparado à iveremctina 1%.

Eficácia dos tratamentos antiparasiticidas no controle de Ostertagiaostertagi (cepas com histórico de resistência anti-helmíntica após 14 dias).

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Eficácia no controle do carrapato bovino.

Agindo de forma sistêmica, Cydectin controla não apenas as fêmeas ingurgitadas do carrapato, mas atua reduzindo a produção e a eclodibilidade dos ovos das fêmeas que sobreviveram, com eficácia comprovada.

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Na Agroline você compra o Cydectin e recebe na comodidade de sua casa ou área rural, aproveite nosso preço especial para comprar o Cydectin.

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Muitas pessoas não resistem ao olhar de pidão de seus cachorros e oferecem ao animal um pedacinho do que estão comendo. Na maioria das vezes, os agrados são inofensivos. “A domesticação praticamente adaptou o cão à dieta humana. Em comparação com o homem, o cachorro só precisa de um pouco mais de proteína e menos de carboidrato”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Massas, pães, carnes e boa parte das frutas e legumes não fazem mal ao bicho. No entanto, há algumas comidas prejudiciais à saúde canina. Chocolate, uva e leite são exemplos que podem causar problemas como diarreia, insuficiência renal e parada cardíaca.

Segundo a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), o cachorro não é muito seletivo nas escolhas alimentares e, para piorar, come compulsivamente. “Como a espécie costumava viver em matilha, a incerteza de que sobraria comida fazia o cachorro comer até acabar tudo”, diz Ane. Por causa dessa herança, o cão ingere praticamente qualquer alimento oferecido a ele, característica que contribui para o sobrepeso. “A obesidade pode ser o agente complicador de doenças respiratórias e cardiovasculares. Cabe ao dono controlar as comidas e o tamanho das porções”, afirma Wagner Luis Ferreira.

Veja a lista abaixo com seis alimentos perigosos para cães.

Chocolate

O cacau possui uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e aumenta a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos. “Em cachorros, o alimento pode causar uma parada cardíaca ou uma convulsão”, diz a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Um fator agravante é que o paladar do cachorro gosta (e muito) do sabor doce.

Leite

Por volta dos 40 dias de vida, o cão já desenvolveu dentição para ingerir alimentos sólidos e não precisa mais de leite. Se a bebida deixar de ser oferecida ao animal, a lactase intestinal, enzima que digere a lactose, se tornará inativa e perderá a capacidade de digestão. Caso o animal tome leite depois de adulto, poderá ter diarreia. “Além disso, o leite da vaca tem mais lactose que o da mãe canina, o que pode aumentar o risco de diarreia”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Uva

Os veterinários ainda não sabem explicar por que, mas alguma substância presente na uva faz mal para o cachorro. “A ingestão da fruta pode causar insuficiência renal aguda no animal”, diz a veterinária Ane Amaral.

Alho e Cebola

O alho e a cebola têm, respectivamente, dissulfeto de alipropila e alicina. Essas substâncias oxidam as células vermelhas e levam à destruição da hemoglobina. “A hemoglobina dos cães se oxida mais facilmente do que a dos humanos. O animal pode desenvolver anemia se consumir comidas temperadas com alho e cebola”, explica Ane Amaral.

Produtos com Cafeína

A cafeína presente em refrigerantes faz mal aos cães. Assim como o chocolate, a substância acelera os batimentos cardíacos e estimula o sistema nervoso. Como consequência, o cachorro pode sofrer uma parada cardíaca ou uma convulsão.

Ossos

Ossos de todas as origens — principalmente os ocos por dentro, como os de galinha — são perigosos para cachorros. Eles possuem farpas que podem machucar a mucosa do esôfago, estômago ou intestino, além de obstruir algum desses órgãos. “Em termos nutricionais, o osso é desnecessário para o cão. Para agradar o bicho, é melhor oferecer aqueles industrializados, próprios para cachorros”, diz Wagner Luis Ferreira.

Fontes: Ane Amaral, veterinária e professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), e Wagner Luis Ferreira, veterinário e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp

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