Um dos principais feriados do ano se aproxima e, em alguns roteiros, há um viajante que não fica de fora: o animal de estimação. Transportar cães e gatos em avião, ônibus ou carro exige algumas regras e, por isso, é melhor não deixar o planejamento para a última hora. Em entrevista com a médica veterinária Fernanda Fragata, formada pela Universidade de São Paulo e diretora do Hospital Veterinário Sena Madureira, ela mostra quais as dicas para evitar que o passeio torne-se estressante para o dono e para o pet.

Avião
Para as viagens aéreas, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) exige que cães e gatos tenham atestado de saúde emitido por veterinário vinculado ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). “O melhor é que quem faça essa avaliação seja o veterinário que já acompanha e conhece o animal”, sugere Fernanda.

Ela também alerta para as diferenças entre a legislação nacional e a internacional. “Em caso de viagens para outros países, o animal precisa seguir as normas de ambos os locais”, explica.

A contadora Cristiane Farias viajou com Baco, um cachoro da ração Cimarron Uruguaio, do Uruguai até o Rio de Janeiro. Entre os trâmites necessários, precisou de um certificado do Consulado Brasileiro em Montevidéu atestando que o animal poderia entrar no Brasil.

Baco, que tem cerca de 45 kg, viajou no compartimento de carga da aeronave. “Fiz a reserva com antecedência, quando comprei a passagem. Na hora do check-in, pesaram o Baco já dentro da caixa de transporte e paguei pelo excesso de bagagem”, conta Cristiane.

As opções de transporte dos pets variam em cada companhia aérea. A TAM permite que o animal viaje na cabine de passageiros, desde que o peso dele somado ao da caixa não ultrapasse os 10 kg. Já na American Airlines, em voos saindo ou com destino ao Brasil, pets viajam no compartimento de carga da aeronave.

A caixa de transporte, uma exigência das companhias, deve ter tamanho suficiente para que o animal não fique impossibilitado de se mover e consiga ficar em pé ou deitado. No caso de Baco, a caixa comprada era “a maior disponível na loja”, relembra Cristiane.

Quando há animais viajando como carga viva, o piloto precisa ser informado, para pressurizar o porão e deixá-lo com as mesmas condições de ventilação e temperatura da cabine de passageiros. “Estava muito preocupada, então, além de confirmar a viagem do Baco no balcão de check-in, pedi para a aeromoça avisar o piloto antes da decolagem”, comenta.

Após o voo, um funcionário da companhia aérea aguardava Cristiane na área de desembarque com o cão. “O Baco estava acordado, mesmo tendo tomado um remédio tranquilizante indicado pelo veterinário. O tamanho dele chamou atenção de algumas crianças, que ficavam perguntando se era um leão”, diverte-se a dona.

Ônibus
De acordo com a regulamentação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), a viagem de pets é permitida desde que eles estejam dentro do limite de peso estabelecido, sejam transportados em caixas apropriadas e não coloquem a si mesmos e aos demais passageiros em risco.

No entanto, antes de comprar a passagem, é aconselhável consultar a empresa de ônibus responsável pelo trajeto, já que a regra pode mudar dentro de cada estado. Nas viagens intermunicipais dentro de São Paulo, por exemplo, a Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) estabelece que o passageiro pode viajar com um animal de no máximo 8 kg, dentro da caixa de transporte. O dono deve portar um atestado sanitário emitido há, no máximo, três dias antes da viagem por um veterinário ligado ao Conselho Regional de Medicina Veterinária.

O recipiente com o animal deve viajar na poltrona ao lado do dono, que precisa pagar pelo assento extra. Além disso, há o limite de dois animais em cada ônibus.

Carro
Mesmo sem as regras aplicadas às viagens de avião e ônibus, a veterinária Fernanda aconselha que, no carro, o animal também fique dentro da caixa de transporte, para a segurança dos passageiros e dele próprio. “Isso evita que o motorista fique distraído ou se assuste com algum movimento do animal. Já em caso de acidente, o bicho pode ficar machucado e até ser lançado para fora do veículo”, comenta.

A caixa pode ficar no chão do carro ou em cima do banco, presa ao cinto de segurança. A veterinária também cita cadeirinhas e cinto de segurança próprios para pets como outra opção de transporte.

Dicas para a viagem
Um dos motivos de maior tensão antes e durante a viagem é o comportamento do animal dentro da caixa de transporte, segundo Fernanda. Para acostumar o pet a ficar dentro da caixa, ela sugere colocar alguns brinquedos lá dentro, fazer passeios curtos e até oferecer comida como recompensa. “Cães e gatos associam cada situação a uma consequência. É importante mostrar que o tempo dentro da caixa terá um objetivo prazeroso”, afirma.

Apesar da sedação ser evitada por causar efeitos colaterais indesejados, animais mais agitados podem fazer uso de medicação natural e homeopática, sob prescrição do veterinário. Porém, Fernanda aconselha fazer um teste antes, em um dia em que o dono esteja em casa e possa observar os efeitos do tranquilizante.

Já em relação à alimentação, o ideal, segundo a veterinária, é diminuir a quantidade de comida oferecida ao animal antes e durante a viagem para evitar enjoos e vômito. Em viagens curtas, o dono deve oferecer alimento até duas horas antes do embarque. Já para distâncias maiores, em que o tempo ultrapasse oito horas, o animal deve fazer uma refeição leve pouco antes do embarque. “Filhotes suportam bem até oito horas em jejum, e adultos, 12. Assim, é possível evitar que os pets sintam mal estar sem sofrer com fome”, explica Fernanda.

Por fim, a médica veterinária comenta que as viagens podem deixar os animais extremamente agitados ou, por outro lado, sonolentos e cansados. Chegando ao destino final, é importante oferecer água e comida e ficar atento ao comportamento do pet, até que se normalize.

 

Fonte: Adaptado G1

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Junto com a tristeza e a diarréia, a pneumonia é uma doença muito comum entre as bezerras de leite, principalmente na fase de aleitamento. Também ocorre entre bezerros de corte, principalmente nos sistemas intensivos de criação. Em confinamentos onde animais de diversas origens são reunidos, e o estresse está presente, surtos de pneumonia são comuns. A pneumonia pode matar o animal jovem ou causar lesões graves e irreversíveis nos pulmões, capazes de prejudicar a bezerra até a vida adulta. Isto pode significar prejuízo ainda maior que as mortes, pois estes animais, ainda que criados com toda a tecnologia disponível, não vão se tornar animais produtivos. Os pulmões são vitais para a oxigenação do sangue e consequentemente para a produção de leite.

A pneumonia muitas vezes é confundida com a tristeza parasitária. As duas doenças causam respiração difícil e rápida e em certas situações é mesmo bastante difícil diferenciar estas doenças.

Causas

Nos bovinos a pneumonia possui etiologia multifatorial e parece ser precedida por um desequilíbrio na tríade de interação entre um ou mais agentes causais, em sua maioria vírus e bactérias, o sistema de defesa do hospedeiro e fatores ligados ao ambiente e ao manejo (BOWLAND & SHEWEN, 2000).

Os vírus mais freqüentes são da Rinotraqueíte Infecciosa Bovina (IBR), Diarréia Bovina a Vírus (BVD, Parainfluenza Tipo 3 (PI3) e Vírus Sincicial Bovino (BRSV). Geralmente as bactérias são oportunistas e aproveitam a queda de resistência causada pela infecção viral para se instalarem e também iniciarem uma infecção. As principais bactérias envolvidas nos quadros de Pneumonia sãoMannheimia haemolyticaPasteurela multocida, Streptococcus pneumoniae, Salmonella sp e Micoplasma bovis.

Entre os fatores ambientais e de manejo que favorecem a ocorrência da enfermidade estão a superlotação, mistura de animais de origem e idades diferentes, níveis imunológicos dos animais, calor ou frio em excesso, concentrações elevadas de poluentes e patógenos  no ar, alimentação inadequada ou mudanças bruscas na dieta, elevada carga parasitária e desmame (WALTNER-TOEWS ET AL., 1986; CALLAN & CALLAN e GARRY, 2002; SVENSSON & LIBERG, 2006).

Geralmente a pneumonia começa com queda na resistência da bezerra ou bezerro, ou devido à falta de limpeza ou excesso de umidade do bezerreiro. Um bezerreiro sujo ou com barro pode, além de enfraquecer a bezerra, permitir a disseminação de microorganismos que vão causar a pneumonia. O ajuntamento de bezerras de diferentes idades em ambiente fechado ou superlotado também pode favorecer a ocorrência da doença. A falta da mamada do colostro enfraquece a bezerra recém nascida e aumenta a chance de infecção pelos agentes causadores.

Como reconhecer a doença

A pneumonia pode causar secreção nasal mucosa (clara) ou purulenta (pus), tosse seca, corrimento ocular, batedeira (respiração superficial e rápida), principalmente nas horas mais quentes do dia, apatia, tristeza, falta de interesse em mamar, emagrecimento e falta de apetite. Como já comentado, a pneumonia muitas vezes é confundida com a tristeza parasitária e ocorre na mesma idade. Nestes casos temos que verificar outros sinais como anemia, palidez das mucosas, desidratação e febre, que são mais comuns nos casos de Tristeza.

Tratamento e controle

O diagnóstico e tratamento precoce são muito importantes. O reconhecimento rápido do bezerro (a) com pneumonia e o tratamento imediato são procedimentos eficazes de controle da doença no rebanho.

O tratamento vai eliminar os agentes da doença, ou pelo menos os agentes sensíveis aos antibióticos, impedindo sua disseminação. Mesmo em se tratando de pneumonias virais os antibióticos são importantes  na prevenção da infecção bacteriana secundária, processo que normalmente ocorre após a infecção viral e que normalmente responsável pelas mortes, uma vez que a pneumonia viral raramente mata.

Neste sentido o uso de antibióticos de amplo espectro é imprescindível. Antibióticos de amplo espectro significam maiores chances de eliminar os agentes sensíveis de maneira rápida e eficiente. A associação de penicilinas com aminoglicosídeos (Pronto Pen) tem sido usada com sucesso em muitas propriedades. A enrofloxacina (Quinotril Plus) é indicada para os casos mais graves da infecção ou com maior tempo de duração da doença. As tetraciclinas (Oxitrat LA Plus) são outra  alternativa de antibiótico seguro e eficaz, com a vantagem da aplicação a cada 48 horas nas formulações de longa ação, o que facilita o manejo em propriedades com muitos animais para tratar.

Os antiinflamatórios (presentes nos produtos acima citados) também devem ser usados e têm a função de reduzir a secreção pulmonar, diminuindo a gravidade da doença. Também têm a função de restaurar o bem estar da bezerra, que volta a comer e beber água, aumentando sua resistência aos agentes que causadores da pneumonia. Este aumento de resistência é particularmente importante no caso das pneumonias causadas por vírus, que não são sensíveis aos antibióticos.

Vale ressaltar que tão ou mais importante do que a correta escolha do tipo de antibiótico a ser usado, é a escolha do laboratório fabricante do medicamento. O investimento é alto e saber em quem investir é fundamental. Laboratórios conhecidos e com credibilidade tem sua imagem a ser preservada e, portanto, tem motivos para investirem em tecnologia e matéria-prima adequados a fabricação de medicamentos com alta eficácia. Este é o caso de empresas como a Vallée, que tem um leque de antibióticos disponíveis, permitindo a escolha de bases adequadas a cada situação e, ao mesmo tempo, permite tranqüilidade quanto a qualidade do produto aplicado.

A vacinação das bezerras contra os agentes causadores também pode ajudar a reduzir os casos da doença na fazenda. A pneumonia ocorre entre os 2 e 3 meses de idade e a vacinação pode ser feita entre 1 e 2 meses de vida, quando a imunidade passiva adquirida através do colostro está em declínio, e deve ser repetida após 20 ou 30 dias da primeira vacinação. Outra dose aos 5 ou 6 meses pode ser necessária.

Fonte: Vallée

Autor:

Sandro César Salvador

Médico Veterinário (UFMS). Mestre em Ciência Animal (UFPel). Doutor em Zootecnia (UFLA). Professor de Clínica Médica de Grandes Animais e Toxicologia. Departamento de Medicina Veterinária Universidade Federal de Lavras.

 

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Uma delegação da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec) vai viajar mais de 35 mil quilômetros neste mês de abril para promover a qualidade da carne bovina brasileira. A agenda internacional inclui um desembarque em Barcelona, na Espanha, onde acontece até o próximo dia 3 de abril a feira Expoalimentaria, e passagem por Cingapura, onde será realizado um churrasco no dia 9 de abril para promoção da carne brasileira, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Embaixada local, além de participação na FHA – Food&HotelAsia – entre 8 e 11 de abril.
“A definição desta agenda de viagem envolveu dois mercados muito importantes para a carne, que são a Europa e Ásia. A União Europeia já foi nosso principal importador e temos trabalhado muito para reconquistar espaços na região, enquanto o continente asiático representa o futuro para o segmento alimentício”, explica Antônio Jorge Camardelli, presidente da Abiec. É a primeira vez que a indústria brasileira de carne bovina participa do Salão Internacional da Alimentação e Bebidas (Expoalimentaria) e da FHA.

Além de Barcelona, a Abiec também deverá visitar o continente europeu em outubro, quando participará da SIAL, em Paris, disseminando as qualidades técnicas, sanitárias e sustentáveis da carne bovina nacional a um mercado que, segundo estimativas, terá necessidade de importar cada vez mais carne bovina para suprir a necessidade de sua população.

A Ásia também tem sido um frequente destino para os executivos da associação. No ano passado, foram realizadas visitas a Mianmar, Tailândia, Hong Kong, Iraque, Irã, incluindo uma primeira passagem por Cingapura. “Apesar de ainda não figurar entre os maiores compradores de carne bovina brasileira, nós vemos um enorme potencial para Cingapura”, explica Camardelli. O Brasil exportou, em 2013, 9,7 mil toneladas de carne para Cingapura, totalizando US$ 42,9 milhões.

Fonte: Beef Point

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A Rússia retomou sua posição de maior mercado consumidor da carne bovina processada em Mato Grosso. Em janeiro, os russos abriram as portas definitivamente para a produção estadual e responderam por mais de 18,2% de tudo que o Estado embarcou no primeiro mês de 2014. Os números, conforme destacam os analistas de pecuária do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), surpreenderam já que em 2013 a média anual fechou com zero.

Até que os russos retomassem sua posição de destaque entre os maiores consumidores da carne bovina de Mato Grosso, o mercado andou, optou por novos negócios e nesse intervalo entre alguns embargos da Rússia à produção local, os países árabes ganharam destaque, peso financeiro e a dianteira do comércio com o Estado. As mudanças foram tão profundas de 2010 para cá – mais fortemente em 2012 – que a BRFoods, ex-Sadia, com sede em Várzea Grande (MT), exporta 70% da carne bovina e 100% do abate é Halal. De acordo com as exigências das Embaixadas dos países islâmicos, esse abate deve ser realizado em separado do não-Halal, sendo executado por um mulçumano mentalmente sadio, conhecedor dos fundamentos do abate de animais no Islã.

A análise do Imea vem de dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). “O resultado de janeiro trouxe surpresas no ranking dos principais destinos das exportações mato-grossenses. A mais importante delas é a volta da Rússia como o principal importador de carne mato-grossense”, frisam os analistas. A Rússia, por coincidência, é uma das oito seleções que virão jogar em Cuiabá durante a Copa do Mundo, que será realizada de junho a julho deste ano. Entre as elas estão ainda Colômbia, Chile, Austrália, Japão, Coreia do Sul, Bósnia e Nigéria.

O volume exportado em janeiro deste ano para os russos foi de 5,15 mil toneladas equivalentes de carcaça (TEC), participando assim com 18,25% das exportações do Estado. “Outro país que surgiu entre os principais exportadores em janeiro foi o Egito, responsável por 17,58% de participação e somando um total de 4,96 mil TEC, uma nova surpresa”.

Completando o ranking dos três principais destinos está o Oriente Médio, com 16,80% das exportações e 4,74 mil TEC compradas de Mato Grosso. O destaque negativo ficou por conta da Venezuela, que despencou no ranking de volume exportado, já que em dezembro do ano passado o país importou 9,58 mil TEC e em janeiro de 2014 o volume caiu para 3,91 mil TEC ou 13,86% de participação do total.

Receita – A curiosidade do ranking fica também por conta da receita obtida com as exportações. Mesmo liderando os volumes físicos, os russos não geraram as maiores receitas. O maior valor agregado ficou com a Venezuela, que importou US$ 15,92 milhões, seguida do Oriente Médio, US$ 15,76 milhões e Rússia com US$ 15,62 milhões. Ainda comparando a primeira média do ano de 2014 com a média do ano passado os negócios do Oriente Médio encolheram 10% e a Venezuela aumentou em 15,3%.
Ainda conforme os dados da Secex, avaliados pelo Imea, Mato Grosso que detém o maior rebanho bovino do país, fechou janeiro de 2014 como o segundo maior exportador de cortes bovinos atrás de São Paulo e quase 44% dos envios saíram do porto de Santos (SP) e outros 43,2% via São Francisco do Sul (SC).

Embargo – Depois de muitos problemas de ordem sanitária, questionamentos sobre a qualidade dos cortes e embargos, os russos voltaram a liderar o ranking estadual. Até que as relações comerciais fossem retomadas, a indústria e os pecuaristas de Mato Grosso aguardaram dois anos seguidos para que o último embargo à produção fosse suspenso, algo que só foi confirmado em outubro do ano passado.

Mato Grosso, um dos maiores exportadores nacionais da carne, e estava desde junho de 2011 sem exportar para Rússia, por conta de um embargo declarado em junho daquele ano e que atingiu 85 frigoríficos de Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná de aves, bovinos e suínos.

Brasil – Ontem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) divulgou o resultado das exportações nacionais em fevereiro. Esse mês marcou um crescimento no ritmo dos envios da carne bovina brasileira pelo mundo. Com um total de 140,5 mil toneladas de carne negociadas, os frigoríficos registraram um forte incremento de 45,2% em volume de produtos negociados. Os bons resultados também foram identificados no faturamento das empresas, que cresceu 40,3%, ultrapassando a marca de US$ 613,4 milhões.

Hong Kong foi o principal mercado para a carne brasileira no segundo mês de 2014, somando US$ 128 milhões, seguido da Rússia, com um faturamento de US$ 96,1 milhões.

Fonte: Portal da Agricultura

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Um dos grandes problemas no dia-a-dia do campo são as doenças que frequentemente atingem os animais; cólicas, diarreias, mastite, paralisia pós parto, entre muitas outras.

 A Flunixina é um anti-inflamatório completo que atua muito bem contra inflamação, dor e febre. Indicado também nos casos de ferimentos e pós operatório.

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) está oferecendo aos usuários do CNA Card, a oportunidade de fazer o cadastro gratuitamente de projetos para atrair o interesse de outros países que desejam investir no agronegócio nacional ou adquirir produtos do setor.

O cadastro pode ser realizado no portal Agroinvest Brasil (www.agroinvestbrasil.com.br). Lançado no fim do ano passado na China, pela presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, o site funciona como uma vitrine de projetos e oportunidades para concretizar novos negócios. O portal traz informações em português, inglês e mandarim, abordando as potencialidades do agronegócio brasileiro e as vantagens de se investir no setor rural no Brasil.

A atitude é um serviço a mais do Clube de Benefícios do CNA Card, que concede ao produtor rural uma série de vantagens e passa a fornecer mais este cadastro online de projetos no Agroinvest Brasil. O clube funciona desde o ano passado e, a partir da aquisição das federações de agricultura e pecuária, é possível obter parcerias com estabelecimentos comerciais de diversos segmentos. Os associados contam com descontos na aquisição de veículos, insumos e máquinas, além de convênios com hotéis, farmácias, restaurantes e clínicas.

 

Fonte e foto: Notícias da Pecuária

 

Veja abaixo um excelente post que mostra como montar uma horta mesmo no ambiente residencial, descubra como é simples e monte a sua!

 

 

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O que eu preciso pra ter uma horta em casa ou apartamento

  • Floreira ou vaso de cimento, barro ou plástico
  • Terra já preparada e adubada já pronta
  • Pedras, cacos de tijolos, de vasos ou argila espandida
  • Manta bidim para jardinagem
  • Mudas de temperos a sua escolha

O custo da primeira horta é sempre maior porque a terra, a argila e a manta não podem ser compradas na medida que você precisa para o primeira plantação, você compra um saco de terra, um saco de argila, 1m² de manta.

A floreira custa R$3,50, a terra R$5,00 a argila R$7,00 a manta R$ 3,50 e as cinco mudas R$ 5,00 reais. Se desse para fazer uma fração dos pacotes e dar um valor proporcional da horta, ela teria custado pouco menos de R$12,00.

Como plantar uma horta caseira numa floreira de plástico

Este é um passo-a-passo com uma foto por etapa, se restar alguma dúvida nos pergunta nos comentários!

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A floreira vem “de fábrica” com um furo embaixo, geralmente no centro. Caso ela venha fechada faça um pequeno furo pois é onde a água que não for aproveitada na rega vai sair.

Feito isso, você coloca uma camada de argila expandida na floreira. Algumas pessoas também utilizam cacos de telhas ou tijolos abaixo dessa camada, é um opcional, eu não usamos no modelo.

Depois da argila, você coloca um pedaço de manta bidim para forrar a drenagem, como mostra a foto:

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Alguns jardineiros profissionais utilizam acima da manta uma camada de areia. Porém é algo opcional, mais uma etapa da filtragem/drenagem d’água, caso não tenha acesso, pode-se utilizar somente a argila e a manta. Feito o registro pra você que tem como conseguir pouca quantidade de areia, colocar uma camada dela antes do próximo passo.

 

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Acima da manta (e se conseguir também da areia) você coloca uma camada de terra. Essa camada varia de tamanho de acordo com o tamanho de suas mudas. Pra isso você vai colocando um pouco de terra, coloca a muda provisoriamente para saber exatamente o tamanho dessa base e do quanto ela precisa pra ficar parelha a altura da floreira. Veja:

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Feita á base, você vai tirar a muda do saco plástico que a envolve e colocá-las no vaso. Note que as colocamos intercaladas, uma mais pra baixo, outra pra cima, numa espécie de zigue-e-zague para otimizar o espaço e caberem as cinco mudas sem que as mesmas roubem espaço uma da outra quando crescerem.

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Agora resta preencher os espaços da floreira entre as mudas com o restante da terra. É suficiente que a terra orgânica e adubada fique um pouco acima desta terra que acompanha e envolve as raízes das mudas.

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E está pronto! Simples, não acha?

Manutenção da horta – dicas e cuidados

Uma horta requer pouco tempo de trabalho para ser bem manejada, mas é preciso ficar de olho no crescimento das plantas e observar sinais das folhas. Elas podem dar sinais se estão sendo castigadas demais pelas intempéries ou precisando de água.

  • Durante o inverno é necessário que você regue a horta apenas uma vez por dia. Em dias mais úmidos, confira a umidade da terra com o seu dedo. Caso esteja ainda molhada, não há necessidade de mais água. Em caso de muita sequidão, regue imediatamente. No verão é necessário maior cuidado com a água, a terra seco bem depressa, então talvez seja necessário fazer as regras duas vezes ao dia.
  • Morando em casa ou apartamento, é preciso que esta horta esteja sujeita a iluminação do sol por algumas horas durante o dia. Se você mora em apartamento, escolha os lugares mais arejados como sacadas ou áreas de serviço para que ela tenha sol o suficiente. As plantas fazem fotossíntese  e precisam de iluminação do sol para crescerem.
  • A cada dois meses você pode enriquecer a terra com adubo. Você pode fazê-lo ou comprar pronto. Fazer adubo dá um tanto mais de trabalho, você precisa compostar esterco de boi e algum material orgânico como restos e cascas de legumes/vegetais. Fica a seu critério e tempo para escolher entre uma e outra opção.
  • Uma dica interessante para manter o solo mais úmido é colocar por cima da terra, ao lado das mudas, pedrinhas ou folhas secas.
  • Cuidado com a dengue: se você for utilizar um prato abaixo da floreira, coloque um pouco de areia pra que ela não sirva de criatório para mosquitos.

 

Essas são nossas dicas, caso fique dúvida não exite em nos deixar seu comentário.

 

Fonte: Adaptado Comideria.com

 

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De acordo com os dados da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa), com a ampliação e a manutenção das zonas livres da doença, o índice de imunização do rebanho brasileiro atingiu 97,5% em 2013, superando o resultado de 2012, de 97,3%.

Todos os estados brasileiros conseguiram executar as etapas de vacinação estimadas para o ano de 2013, não havendo cancelamento, como aconteceu em 2012 por causa de fortes estiagens no Nordeste. Os estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso se destacaram com os maiores índices, 99% em todas suas etapas.

Os Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, que fazem parte da Zona Livre de Febre Aftosa, atingiram resultados menores que 90%, o que significa que foi abaixo do esperado. Para este ano, o Mapa vai dar atenção maior a estas Unidades da Federação, assim como ao Amazonas, Amapá e Roraima, que compõem a zona não livre de aftosa, para que melhorem seus índices de vacinação e contribuam com a proteção imunitária do rebanho nacional.

O Brasil reconhece como zona livre de febre aftosa com vacinação áreas de 22 estados, sete do Nordeste e o Pará em 2013 e o Distrito Federal. A campanha e o trabalho do governo são importantes para impedir a reintrodução da doença no território. Santa Catarina é o único Estado da Federação classificado como zona livre de aftosa sem vacinação.
Fonte: Notícias da Pecuária
Foto: Famasul

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Sobre o blog

  • Agroline: Boa tarde Jaianna, Sim, 1ml para 2l de água. Agradecemos o seu contato. Ficamos à disposição [...]
  • Agroline: Boa tarde Reginaldo, Provavelmente não é o mesmo produto. A embalagem com 300gr custa R$39,00, e [...]
  • REGINALDO: PORQUE VOCES ESTAO VENDENDO O DFLY NO VALOR DE 115,00 EU COMPRO NA MINHA CIDADE 1K POR 35,00 , QUAL [...]
  • Agroline: Olá Jaianna, Para garantir a segurança de seu animal, pedimos que entre em contato com um médico [...]
  • Jaianna Barbosa: Posso pulverizar Barrage? [...]

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