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Os preços do bezerro atingiram nesta semana novos recordes. O cenário é de oferta restrita de animais em todas as categorias de reposição. Em Mato Grosso do Sul, o bezerro do tipo nelore, de 8 a 12 meses, foi negociado na quinta, dia 11, a R$ 1.083,49, a cabeça à vista, um novo recorde. Foi o maior patamar nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 2000.

No gráfico abaixo é possível acompanhar a evolução dos preços do bezerro nos últimos 12 meses, de setembro de 2013 até agora.

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No ano passado, no mesmo período a média da referencia do bezerro era de R$ 800,00, agora o preço já bate a casa dos R$ 1.100,00. Desde o início de setembro, o preço saltou de R$ 1.038,00 para pouco mais de R$ 1.083,00, uma valorização média de R$ 45 em apenas 11 dias.

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Para o analista de mercado Elio Micheloni Jr., o preço do bezerro pode ter encontrado um novo piso de preço para as negociações.

Já para o pecuarista Francisco Camacho, que tem confinamentos na Bahia e em Mato Grosso, essa alta da reposição faz parte do ciclo pecuário. Camacho ressalta que o aperfeiçoamento da genética do gado industrial e a precocidade do abate têm reduzido e até acabado com algumas categorias de reposição.

Quanto ao boi gordo, o recorde do indicador Esalq/BMF, base São Paulo, foi batido no dia 3 de setembro deste mês, com arroba negociada a R$ 129,16. Foi o maior valor do boi desde o início da realização do levantamento pelo Cepea, em 1997.

Fonte: Canal Rural

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Os nutrientes mais importantes para os equinos, em ordem crescente, são: água, energia, proteínas, cálcio, fósforo, vitaminas e sal. Sendo assim, para uma alimentação de cavalos equilibrada, é preciso que esses nutrientes sejam  fornecidos adequadamente.

A água é um dos nutrientes mais importantes e seu consumo é imprescindível para reparar as perdas de líquido do organismo que ocorrem sob a forma de urina, fezes, salivação, respiração e sudação, além das perdas durante a gestação.

cavalo consome entre 30 e 40 litros de água por dia. O fornecimento de água de boa qualidade é essencial para a sua saúde. Os equinos consomem mais água no verão, após exercícios pesados, ou mesmo quando comem fenos de leguminosas ou determinados concentrados.

Depois da água, sem dúvida, os nutrientes mais importantes são os carboidratos, as gorduras e as proteínas, os grandes responsáveis pela produção de energia.

pecuarista deve saber que, como consequência de seu temperamento inquieto, o cavalo gasta uma quantidade maior de energia que o bovino. As necessidades para o trabalho muscular são variáveis, pois envolve aspectos diversos, desde um trabalho intenso e de curta duração (como o hipismo clássico e rural) até uma competição (como um concurso de marcha ou um enduro).

O período de lactação provoca um estresse maior sobre a égua, se comparado aos demais períodos da gestação. Sendo assim, o suprimento adequado de energia durante a lactação é muito importante, pois, além de estar relacionado com o desenvolvimento do potro, a égua pode emagrecer muito se as necessidades para a produção de leite não forem supridas.

As  proteínas são consideradas de alta qualidade quando possuem grande número de aminoácidos essenciais. Caso contrário, são consideradas de baixa qualidade. Dessa forma, as proteínas contidas nos farelos de soja, carne e peixe são consideradas de alta qualidade. No entanto, as contidas no farelo de algodão são de baixa qualidade.

O criador deve saber que a qualidade da proteína não é importante para o animal adulto, pois as bactérias de seu trato intestinal produzem todos os aminoácidos essenciais em quantidades suficientes, já que suas exigências em proteínas são menores que nos animais em crescimento.

Quando os cavalos recebem um teor inadequado de proteína, todo o processo vital fica prejudicado.  Caso haja uma ingestão de proteína acima do necessário, esta será transformada em energia e utilizada de imediato ou armazenada em forma de gordura, para posterior utilização como energia.

Sempre é bom reforçar que a falta de nutrientes natural requer cuidados, por isso a importância da suplementação dos equinos, na Agroline você encontra uma linha completa de suplementos para equinos, enviamos para todo Brasil.

Fonte: Portal Agropecuário

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Para facilitar o processo de divulgação e capacitação de produtores e funcionários, a Embrapa Gado de Corte disponibiliza a partir deste mês o Manual Digital de Boas Práticas Agropecuárias. O conteúdo foi adaptado para o cenário virtual, prevalecendo as temáticas trabalhadas pelo Programa: gestão da propriedade, função social do imóvel, gestão dos recursos humanos, gestão ambiental, instalações, manejo pré-abate, bem-estar animal, pastagens, suplementação alimentar, identificação animal, controle sanitário e manejo reprodutivo.

– Em formato assincrônico, no qual o usuário não precisa estar conectado, simultaneamente, e sem a necessidade de um tutor, o Manual será em módulos para facilitar o entendimento. Os temas poderão ser acessados individualmente, facilitando a busca pelas informações. Haverá ainda um “avatar” para estimular o contato com legendas e áudio – conta Luiz Antonio Dias Leal, analista de comunicação da Embrapa, responsável pela atividade.

Além disso, o grupo disponibilizará o material em CD-ROM para as fazendas cadastradas e com dificuldades em acesso à rede. O coordenador geral do BPA e pesquisador da Embrapa, Ezequiel Rodrigues do Valle, acredita e confia na nova ferramenta e sua importância para a cadeia produtiva. Ela está disponível gratuitamente na página eletrônica do Programa.

Os conceitos BPA também deram suporte à elaboração da Série Qualidade e Segurança Alimentar/Carne Bovina do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Valle participou como consultor técnico na construção de cartilhas como Boas Práticas Agropecuárias para produtores de carne bovina, Boas Práticas Agropecuárias para a indústria de carne bovina, Guia do Consumidor PAS-Carne Bovina (campo), entre outras.

O Programa BPA é um conjunto de normas e procedimentos que devem ser observados pelos produtores com a finalidade de tornar as propriedades mais rentáveis e competitivas. Começou em 2005, com o treinamento de técnicos agropecuários do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul (Senar/MS).

A partir de 2007, tornou-se nacional envolvendo as principais regiões de pecuária de corte do país e as Unidades da Embrapa transformaram-se em polos de difusão. Em 2011, recebeu o reconhecimento oficial do MAPA, Ministério do Meio Ambiente e Ministério do Trabalho e Emprego, instituindo o Programa Nacional de Fomento às Boas Práticas Agropecuárias, com extensão da proposta às cadeias de frango, suíno e gado de leite.

Adequar-se ao Programa requer investimento e os bovinocultores podem contar com recursos para tal. O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou uma linha de crédito, denominada Inovagro, com financiamento a juros baixos e excelentes prazos de pagamento. Em Mato Grosso do Sul há agentes financeiros do BNDES com essa linha e que estão analisando as propostas.

Mais informações no site: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/bpa/

Fonte: Rural BR

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O mercado está cada vez mais exigente com a questão da segurança alimentar relacionada aos resíduos de medicamentos em produtos de origem animal. Aqui também Cydectin é o grande aliado: eficaz no controle dos principais endo e ectoparasitos, com carência para o abate de apenas 28 dias.

Terminação: hora de você colher com lucro tudo que investiu no seu animal. 

E nessa hora os parasitos podem comprometer o desenvolvimento da pecuária moderna – intensificar a produtividade e buscar a precocidade – tal impacto pode ser ainda maior. Para combatê-los, o produtor pode conta com a ação mais eficaz do Cydectin, o único endectocida para bovinos formulado com moxidectina 1%, uma molécula exclusiva e mais potente, mesmo contra cepas resistentes à ivermectina 1%. Abaixo vamos mostrar por Cydectin é o melhor endectocida na fase de terminação.

Absorção mais rápida e menor carência para o abate.

Por ter estrutura química diferente da ivermectina, o principio ativo de Cydectin atinge concentração plasmática máxima em apenas 19 horas, ou seja, começa a matar a maioria dos parasitos já no primeiro dia. Enquanto isso, os endectocidas de ivermectina demoram 4 dias para atingir a eficácia máxima.

Tempo para atingir nível de concentração máxima no plasma Moxidectina x Ivermectina.

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  Período de carência para o abate e consumo de carne registrado em bula.

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Maior tempo de ação.

Com 100 vezes mais afinidade à gordura que a ivermectina, a molécula de Cydectin concentra-se no tecido adiposo sendo liberada para a corrente sanguínea e tecidos-alvo. A lenta liberação garante concentração plasmática e persistência da ação parasiticida.

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Moxidectina: Uma molécula exclusiva e mais potente. 

O princípio do Cydectin é a moxidectina, uma milbemicina que pertence à segunda geração das lactonas macrocíclicas, diferente da ivermectina. Uma molécula nova, exclusiva e mais potente.

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Cydectin: Mais eficaz no controle dos parasitos. 

Diversos estudos realizados no Brasil e no exterior comprovam que a molécula moxidectina 1%, componente do Cydectin, é mais eficaz no controle de endo e ectoparasitos, especialmente quando comparado à iveremctina 1%.

Eficácia dos tratamentos antiparasiticidas no controle de Ostertagiaostertagi (cepas com histórico de resistência anti-helmíntica após 14 dias).

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Eficácia no controle do carrapato bovino.

Agindo de forma sistêmica, Cydectin controla não apenas as fêmeas ingurgitadas do carrapato, mas atua reduzindo a produção e a eclodibilidade dos ovos das fêmeas que sobreviveram, com eficácia comprovada.

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Na Agroline você compra o Cydectin e recebe na comodidade de sua casa ou área rural, aproveite nosso preço especial para comprar o Cydectin.

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Muitas pessoas não resistem ao olhar de pidão de seus cachorros e oferecem ao animal um pedacinho do que estão comendo. Na maioria das vezes, os agrados são inofensivos. “A domesticação praticamente adaptou o cão à dieta humana. Em comparação com o homem, o cachorro só precisa de um pouco mais de proteína e menos de carboidrato”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Massas, pães, carnes e boa parte das frutas e legumes não fazem mal ao bicho. No entanto, há algumas comidas prejudiciais à saúde canina. Chocolate, uva e leite são exemplos que podem causar problemas como diarreia, insuficiência renal e parada cardíaca.

Segundo a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), o cachorro não é muito seletivo nas escolhas alimentares e, para piorar, come compulsivamente. “Como a espécie costumava viver em matilha, a incerteza de que sobraria comida fazia o cachorro comer até acabar tudo”, diz Ane. Por causa dessa herança, o cão ingere praticamente qualquer alimento oferecido a ele, característica que contribui para o sobrepeso. “A obesidade pode ser o agente complicador de doenças respiratórias e cardiovasculares. Cabe ao dono controlar as comidas e o tamanho das porções”, afirma Wagner Luis Ferreira.

Veja a lista abaixo com seis alimentos perigosos para cães.

Chocolate

O cacau possui uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e aumenta a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos. “Em cachorros, o alimento pode causar uma parada cardíaca ou uma convulsão”, diz a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Um fator agravante é que o paladar do cachorro gosta (e muito) do sabor doce.

Leite

Por volta dos 40 dias de vida, o cão já desenvolveu dentição para ingerir alimentos sólidos e não precisa mais de leite. Se a bebida deixar de ser oferecida ao animal, a lactase intestinal, enzima que digere a lactose, se tornará inativa e perderá a capacidade de digestão. Caso o animal tome leite depois de adulto, poderá ter diarreia. “Além disso, o leite da vaca tem mais lactose que o da mãe canina, o que pode aumentar o risco de diarreia”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Uva

Os veterinários ainda não sabem explicar por que, mas alguma substância presente na uva faz mal para o cachorro. “A ingestão da fruta pode causar insuficiência renal aguda no animal”, diz a veterinária Ane Amaral.

Alho e Cebola

O alho e a cebola têm, respectivamente, dissulfeto de alipropila e alicina. Essas substâncias oxidam as células vermelhas e levam à destruição da hemoglobina. “A hemoglobina dos cães se oxida mais facilmente do que a dos humanos. O animal pode desenvolver anemia se consumir comidas temperadas com alho e cebola”, explica Ane Amaral.

Produtos com Cafeína

A cafeína presente em refrigerantes faz mal aos cães. Assim como o chocolate, a substância acelera os batimentos cardíacos e estimula o sistema nervoso. Como consequência, o cachorro pode sofrer uma parada cardíaca ou uma convulsão.

Ossos

Ossos de todas as origens — principalmente os ocos por dentro, como os de galinha — são perigosos para cachorros. Eles possuem farpas que podem machucar a mucosa do esôfago, estômago ou intestino, além de obstruir algum desses órgãos. “Em termos nutricionais, o osso é desnecessário para o cão. Para agradar o bicho, é melhor oferecer aqueles industrializados, próprios para cachorros”, diz Wagner Luis Ferreira.

Fontes: Ane Amaral, veterinária e professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), e Wagner Luis Ferreira, veterinário e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp

Vamos voltar um pouco ao passado para conhecer a história da grande marca que hoje a Husqvarna representa para o mercado mundial de máquinas com alto desempenho. São 325 anos em uma busca constante por novas tecnologias que ao longo dos anos se tornou conhecida e premiada em todo mundo.

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1689: Armando a partida

Em 1689, foi estabelecida a primeira fábrica da Husqvarna ao lado das cachoeiras da cidade de Huskvarna no sul da Suécia (escrita antiga de Husqvarna) para fabricar armamentos para o exército. A produção de armas durou até 1989.

1872: Desbravando novos caminhos


O contrato de produção de rifles Husqvarna para a Coroa chega ao fim e a empresa começa a procurar maneiras de diversificar. Isto se torna o início de um período muito inovador e ambicioso, o que resulta em uma ampla gama de novos produtos, como máquinas de costura (1872), armas de caça (1877), fogões a lenha (1884), máquinas de moer carne (1892), a primeira máquina de escrever sueca (1895), e bicicletas (1896). Os eletrodomésticos ainda são vendidos nos países nórdicos pela Electrolux e as máquinas de costura agora fazem parte da SVP Worldwide.

 1903: Começa a era da motocicleta

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Em 1903, a Husqvarna lança suas motocicletas. Anos depois, em 1982, uma motocicleta Husqvarna, MC 258, vence a categoria 250cc do lendário rally Paris-Dakar. A divisão de motocicletas foi vendida em 1986, e hoje faz parte da Pierer AG na Áustria.

 

1918: Cortadores de grama

Husqvarna adquire “Norrahammars Bruk”, adicionando dois novos produtos ao seu portfólio: caldeiras e cortadores de grama manuais.

1947: Os primeiros cortadores motorizados
O primeiro cortador de grama motorizado Husqvarna para uso comercial é lançado em 1947, e em 1959 o primeiro modelo para uso doméstico chega ao mercado.

1959: A primeira motosserra

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Husqvarna introduz sua primeira motosserra, Husqvarna 90. A motosserra foi moldada pelo icônico designer sueco Sixten Sason e usou a tecnologia do silenciador da motocicleta para alcançar os níveis de ruído mais baixos, se comparados aos seus concorrentes da época. Mais tarde, a motosserra foi transformada em cortador a disco para a indústria de construção.

1969: Antivibração, estabelecendo novos padrões de ergonomia

Quando a motosserra Husqvarna 180 foi lançada, ela possuía uma inovadora função antivibração que prevenia a “doença dos dedos brancos”, um problema comum em trabalhadores florestais em todo o mundo.

 1973: Freio de corrente automático, melhorando a segurança

A Husqvarna lançou a primeira motosserra do mundo com freio de corrente automático. Em 1999, a tecnologia TrioBrake™ foi introduzida, permitindo aos usuários ativar o freio da corrente com a mão direita – reduzindo ainda mais o risco de acidentes em trabalhadores florestais.

1985: O ano do Rider
Nasce o primeiro protótipo do que viria a se tornar o Rider Husqvarna. Com sua plataforma de corte montada na frente, o rider oferecia manobrabilidade superior. A produção se iniciou um ano depois.

1995: O nascimento do cortador de grama robô

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Husqvarna lança o Solar Mower, o primeiro cortador de grama totalmente robótico do mundo, que se movia a energia solar, um antecessor do atualmente popular Automower® Husqvarna. Em 2013, foi introduzido um modelo de terceira geração com GPS integrado.

 

 

 

2008: Primeiro robô de demolição

robo-demolicao-husqvarnaIniciou-se a produção do primeiro robô de demolição da Husqvarna. A máquina movida por controle remoto, Husqvarna DXR 310,

caracteriza-se pela alta potência com baixo peso e é projetada para todas as tarefas de demolição, até para aquelas que são perigosas demais para trabalhadores entrarem.

 

2009: AutoTune™ – avanço ambiental

Husqvarna apresenta AutoTune™, uma inovação tecnológica e ambiental em motosserras profissionais. A nova tecnologia regula o fluxo de combustível automaticamente para otimizar o desempenho e minimizar as emissões de poluentes.

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2012: Produtos à bateria com desempenho de gasolina

A Husqvarna lançou uma linha completa de produtos à bateria oferecendo desempenho de gasolina, sem emissões diretas e com muito menos ruído, vibração e manutenção. Isso inclui motosserras, roçadeiras, podadores de cerca-viva e um rider totalmente novo.

 

Husqvarna no Brasil

Já consolidada nos países do Hemisfério Norte, a Husqvarna chegou ao Brasil na década de 1970, por meio de importadoras. Em 1978, a Husqvarna foi adquirida pela Electrolux, que investiu na área florestal e passou a importar os seus produtos. Dois anos mais tarde, em 1980, motosserras e roçadeiras começaram a ser produzidas em solo brasileiro, em uma pequena fábrica no bairro de São João Clímaco (São Paulo-SP). Atualmente, a fábrica se encontra na cidade de São Carlos (SP). Em 2006, a Husqvarna se separou da Electrolux e passou a ser responsável por todas as marcas e produtos ligados ao manejo de áreas verdes. Desde então, a empresa vem crescendo ano após ano. Depois de dobrar de tamanho nos últimos três anos, a companhia tem investido forte para, ao lado de seus revendedores, repetir a dose até o final de 2016. A trajetória da Husqvarna no Brasil está apenas em seu início.

Em parceria com a Husqvarna a Agroline comercializa toda sua linha verde, desde roçadeiras, motosserras, cortadores de grama até os tratores para grama.

Confira o vídeo institucional da marca Husqvarna, onde é retratado sua história.

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A suplementação dos bezerros é uma das ferramentas usadas para promover o ganho de peso. A ração balanceada tem entre 18% e 20% de proteína e aditivo para estimular o rúmem dos filhotes. A partir de 30 dias do nascimento, os lotes já são suplementados e seguem até o sétimo mês. Durante esse período, cada bezerro come em torno 500 gramas de suplemento. Mas é preciso que a ração tenha um palatabilizante, as substâncias químicas adicionadas às rações com a função de melhorar o sabor, para estimular o consumo, principalmente nos primeiros dias. O resultado é um bezerro desmamado com cerca de 30 quilos a mais que os não suplementados.

Para que a suplementação atinja os resultados esperados, os bezerros precisam de um espaço reservado para eles. Uma estrutura simples e funcional já resolve o problema. O creep feeding, ou alimentação privada, é uma opção. O cercado pode ser feito até mesmo com sobras de madeira e as portas de acesso tem de 60 a 70 centímetros de largura, com aproximadamente um metro de altura. Um detalhe importante para evitar a entrada dos animais adultos é colocar uma tábua rente ao chão, para impedir que as vacas se ajoelhem e consigam passar.

O local escolhido para o creep feeding também vai influenciar no consumo do suplemento. O ideal é que ele fique o mais próximo possível do ponto de alimentação dos animais adultos, para que os filhotes não precisem se afastar muito das mães.

A Fazenda Santa Marta, de Naviraí (MS) usa o sistema e orienta que todos esses cuidados com a adoção do creep feeding só valem a pena, se os bezerros, após a desmama, tiverem acesso a uma alimentação de qualidade.

– O problema desse peso adicional com a nutrição do creep é que se ele não for mantido, o animal perde o peso que ele ganhou aqui. Se não tem uma nutrição pós-desmama ele perde o que ele ganhou a mais – explica o pecuarista Claudio Carvalho Filho.

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Fonte: Rural BR

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Os dados sobre o tamanho do rebanho de búfalos no Brasil são divergentes: de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é composto por 1,8 milhão de cabeças, enquanto a Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) fala em 3 milhões de animais.

Em todo caso, o presidente da ABCB, Cláudio Varella Bruna, explica que a criação bubalina é bastante promissora comercialmente:

– Eu acredito que a carne tem muito potencial: é magra, saudável e muito saborosa porque os machos são abatidos jovens. Tem muito espaço para crescer no Brasil. Quanto ao queijo, representa menos de 1% do mercado de queijos, confirmando o espaço em aberto.

As maiores criações do animal no Brasil concentram-se no Estado do Pará, principalmente em Santarém e na Ilha de Marajó, onde as empresas de abate também são significativas. A produção de leite, por sua vez, é localizada principalmente no Estado de São Paulo, detentor do maior número de laticínios do país. A demanda é tanta que não consegue ser atendida, situação que Varella acredita poder ser contornada:

– Falta um pouco de organização na cadeia de produção, tanto na carne quanto no leite: vemos brigas entre [companhias de] laticínios e produtores porque há excesso de leite na safra e falta na entressafra. O produtor e a indústria estão brigando muito quando já há tecnologia para distribuir esta produção.

Enquanto trabalha para ganhar espaço no mercado, o setor exporta matrizes para países que querem investir na criação de búfalos. Os embarques são realizados no porto de Vila do Conde na cidade de Barcarena no Pará. As exportações já são realizadas para Venezuela, Colômbia, Angola e Filipinas. São cerca de 2000 matrizes por ano.

Fonte: Canal Rural

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Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), a Rússia comprou 143 mil toneladas de carne brasileira apenas no período dos seis primeiros meses deste ano, tornando-se o maior importador de carne bovina brasileira. Para efeito de comparação, o consumo do país sobressaiu já em 2013: os russos compraram 303.623 toneladas, ante as 216.873 ton de Hong Kong e as 156.952 ton da Venezuela, outros principais importadores de carne in natura.

A carne sai de seis pontos no território brasileiro e é embarcada em navios para o território russo. A variação do tempo de viagem é grande, dependendo do porto em que a carne desembarca nas terras de lá: até o Porto de São Petersburgo, o navio demora até 28 dias no mar. Já até o Porto de Vladivostock, no outro extremo do país, a duração da navegação chega a 45 dias.

De acordo com o gerente de exportações da JBS, Tiago Sozo, o principal foco de consumo é a cidade de Moscou e suas adjacências, que somam uma população de 18 milhões. Sozo também contou que o povo russo tem preferência pelos cortes dianteiros do animal: paleta, peito, pescoço, músculo do dianteiro e acem. Apesar disso, alguns cortes traseiros também são amplamente consumidos.

Fonte: Rural BR

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As bezerras são consideradas, dentro do sistema de produção, o futuro da propriedade, de forma que a sua criação requer muita atenção e cuidados. Trata-se de um setor de alto custo com alimentação e mão-de-obra. Além disso, esta categoria apresenta doenças que causam mortalidade com taxas de morbidade elevadas (Arthur et al., 1996; McGuirk e Collins, 2004). O desenvolvimento e a saúde destes animais dependem de fatores que podem intensificar, em maior ou menor grau, a ocorrência de doenças.

Os fatores associados ao ambiente incluem as condições climáticas, a densidade animal, as condições de higiene, as instalações, o manejo, a nutrição e os vetores.

As condições climáticas, como o sol, a chuva, as estações do ano, a temperatura, umidade, as correntes de ar frio, o vento e suas partículas carreadas e a qualidade do ar, todas podem impactar como fatores de risco ou de proteção na tríade epidemiológica. Muitos agentes infecciosos são susceptíveis à irradiação ultravioleta em contato com a luz solar, resultando em dessecação. Ao mesmo tempo, o próprio sol pode ser desfavorável para o animal, levando-o a condições de desconforto e estresse térmico.

Outros agentes sobrevivem por longos períodos em ambientes úmidos que podem também ser favoráveis para o conforto animal, embora proporcionando um ambiente de alto risco de contaminação. Alguns vírus podem desenvolver mais rapidamente diante de temperatura e umidade mais altas do que em ambiente frio e seco. Tais ambientes podem alterar também a apresentação e a qualidade dos alimentos, interferindo na resistência do animal (Sanderson e Dargatz, 2000). A ventilação é importante para a eliminação de substancias e agentes nocivos à saúde das bezerras (Anderson e Bates, 1979; Wathes et al., 1983). O agente pode aumentar ou não a sua infectividade, diante das conforme as condições do ambiente.

O animal, por sua vez, pode ser mais sensível ou resistente quando submetido às mesmas condições. As condições climáticas podem ainda ser favoráveis para determinados agentes e desfavoráveis para outros, assim como, para as bezerras (Thrusfield, 2005). Como por exemplo, citam-se as condições ambientais favoráveis ao carrapato, temperatura e umidade alta, podendo ser estressantes ou desfavoráveis para a bezerra (Leite e Lima, 1982).

A alta densidade animal pode levar a um aumento da carga microbiana no ambiente e favorecer a contaminação da bezerra logo após o parto, via oral ou via umbilical. Além disso, pode propiciar maior escore de sujidade na mãe e maior possibilidade de contaminação do colostro (Godden, 2008). Esta densidade também pode aumentar a competição por alimento e aumentar o estresse, diminuindo a resistência do animal.

A cobertura vegetal no piquete maternidade é ainda outro fator interessante. Uma maior ou menor cobertura vegetal pode ser condição favorável ou à introdução de microrganismos, ao mesmo tempo em que se relaciona com o conforto e abrigo para a bezerra. A limpeza da área do parto possui relação com a ocorrência de doenças, bem como com a limpeza da vaca no momento do parto (Bendali et al., 1999).

No que diz respeito às instalações, é importante considerar a sua qualidade e as suas condições térmicas. Instalações precárias ou inadequadas associadas com descuidos higiênicos com os vasilhames de água e de alimento são fatores de risco importantes. As oscilações de temperatura podem proporcionar desconforto para a bezerra, dentro de uma zona térmica desfavorável, prejudicando o seu desenvolvimento e contribuindo para o surgimento de doenças (Olson et al., 1981; Pelton et al., 2000).

Fonte: Rural Centro por Emerson Alvarenga é médico veterinário da Rehagro

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